Este é o plano de negócio do AzulMEI, para discutir com sócios e investidor. O produto é um co-piloto fiscal do Microempreendedor Individual no WhatsApp com IA: registra por voz, texto ou foto, separa o dinheiro da empresa (PJ) do pessoal (PF) e um semáforo do teto (R$81.000/ano) avisa antes de estourar. Vendido por assinatura, em três modos: direto ao MEI, licença para escritório contábil e revenda por parceiro.
O MEI que fatura de verdade não sabe, no dia a dia, onde está no ano em relação ao teto de R$81.000. Mistura o dinheiro da empresa com o pessoal e só descobre o estouro tarde demais. O AzulMEI ataca esse ponto: registra sem esforço pelo WhatsApp, separa PJ de PF em cada lançamento e avisa antes de passar do limite.
“Vendi 300 hoje”, um áudio falando o mesmo, ou a foto de um comprovante. Sem app, sem planilha, sem formulário. Do jeito que o MEI já fala.
Extrai valor, data, categoria e estabelecimento, e decide se é dinheiro da empresa (PJ) ou pessoal (PF). Só o PJ conta pro teto. Na dúvida, pergunta antes de gravar.
Verde, amarelo, vermelho, estouro. Projeta o mês em que o teto estoura no ritmo atual e alerta pelo WhatsApp, ao cruzar cada faixa e num resumo semanal fixo.
O AzulMEI soma apenas os recebimentos PJ do ano (regime de caixa), calcula a cor da situação, projeta quando o teto estoura no ritmo atual e avisa antes. O PingJá é finanças pessoais; o finpj é ERP multi-regime. Nenhum entrega o semáforo do teto do MEI.
Valores ilustrativos. As faixas 70 / 90 / 100% são gestão preventiva do produto, não o limite legal. Os limites legais são o teto de R$ 81.000 e a tolerância de R$ 97.200. O semáforo dá tempo de agir antes.
O AzulMEI é vendido por assinatura recorrente. O mesmo produto multi-tenant sustenta três formas de ir ao mercado. O que muda é quem contrata, quem administra a carteira e o que cada perfil enxerga. O isolamento por CNPJ é idêntico nos três.
O caminho principal. O próprio MEI contrata e paga a assinatura direto à plataforma, sem intermediário. Marca AzulMEI / Agência no Bolso.
O escritório contrata e opera a carteira de MEIs dele. Vira um agrupador de tenants: enxerga só os clientes da própria carteira, com branding opcional.
O parceiro revende o AzulMEI com a marca dele: domínio, WhatsApp e identidade próprios. Opera uma sub-carteira e ganha por split de comissão via gateway.
O produto nasce licenciável. O que o negócio vende é a orquestração, então o AzulMEI roda como marca do revendedor: domínio próprio, WhatsApp próprio, logo e cores próprios, lidos de uma configuração por tenant. O núcleo, os parâmetros fiscais e o motor do semáforo continuam da plataforma.
O contador ou parceiro entrega o AzulMEI como se fosse produto dele, sem construir nada.
O que faz o produto funcionar e o que blinda o cálculo fiscal fica sempre com a Agência no Bolso.
Todos os preços acima são proposta de partida, coerente com o mercado MEI de ticket baixo, e não estão fechados. O doc de escopo (seção 10.3/10.4) marca cada faixa como dependente de aprovação do Joel e da estimativa de custo de IA por usuário do Léo. Consolidados no bloco de decisões pendentes.
O onboarding é leve, feito pela própria conversa. Em poucos passos o MEI está cadastrado, conectado e recebendo o resumo do teto sem tocar em painel. O fluxo exato (auto-serviço pelo WhatsApp x escritório que ativa o cliente) ainda está em aberto no doc de escopo.
Nome, CNPJ (a chave do tenant), WhatsApp, atividade/CNAE (define a linha do DAS) e data de abertura do MEI (define o teto proporcional no ano de abertura). Nada além do necessário.
O MEI passa a falar com o AzulMEI no número oficial do produto. É o canal do dia a dia; o painel web é opcional, só pra consulta e correção.
Manda o 1º registro em linguagem natural: texto (“vendi 300 hoje”), áudio ou foto de um comprovante. Sem formulário, do jeito que já fala.
Extrai valor, data e categoria, decide PJ ou PF e confirma em uma frase curta. Na dúvida, pergunta antes de gravar. Só o PJ entra na soma do teto.
A partir daí, o MEI vê a cor da situação e a projeção de estouro, e recebe o resumo semanal automático no WhatsApp, mesmo sem fazer nada.
Dois canais distintos ampliam a distribuição. O afiliado só indica e ganha comissão fixa. A revenda white label opera uma carteira inteira com marca própria. O split da revenda passa pelo gateway (Asaas proposto).
Qualquer pessoa indica o AzulMEI pelo link dela e ganha comissão por cada assinatura fechada. Não opera carteira nem toca no cliente: só traz o lead.
O parceiro revende com a marca dele e opera a própria carteira de MEIs: domínio, WhatsApp e identidade próprios. Ganha por split, não por comissão de indicação.
Diferença central: afiliado é aquisição (traz lead, comissão fixa 10%); revenda é distribuição (opera carteira, marca própria, split). Percentuais e recorrência exatos ficam [A VALIDAR] até o OK do Joel.
O produto entra por uma dor concreta e barata de comunicar. O momento em que o MEI vê o semáforo e percebe o valor é o gatilho de conversão. A entrada pode ser direta, ou via escritório e parceiro.
Funil do AzulMEI, do topo (MEI sem controle do teto) ao bico (assinante). O momento de ver o semáforo é o gate: é quando o MEI percebe o valor e converte. Detalhe de cada etapa abaixo.
O MEI que fatura de verdade e não controla o teto. Mistura conta da empresa com a pessoal e teme o desenquadramento. Dor concreta e barata de comunicar.
Chega por orgânico, por indicação de afiliado ou pela oferta de um escritório / parceiro. Três portas de entrada para o mesmo produto.
Manda o 1º lançamento em linguagem natural e a IA registra na hora. Sem instalar nada, o valor aparece na primeira interação.
Ao ver a cor do teto e a projeção de estouro, o MEI percebe o valor. Esse é o momento que gira a conversão: ele entende, em segundos, o que o produto resolve.
Assina, direto ou via escritório / parceiro. Começa a receita recorrente. Quanto mais usa o registro diário, mais depende da estrutura.
O quadro que se apresenta a um investidor. O valor do AzulMEI está no mercado MEI (milhões de CNPJs, ticket baixo, alto volume), não em números fechados. Preço, gateway e custo de IA por usuário ainda estão em aberto no escopo, então todo número financeiro derivado vem marcado [A VALIDAR]. Âncora de cálculo: R$29,90/mês por MEI (proposta, não fechada).
| Métrica | Valor |
|---|---|
| ARPU · receita por MEI / mêsPreço proposto do plano direto (R$29,90). Escritório e parceiro têm tabela própria (ver white label). | R$ 29,90[A VALIDAR] |
| Custo de IA por usuário / mêsTranscrição + OCR + LLM + WhatsApp + infra. Define a margem. Ainda não estimado (Léo). | a estimar[A VALIDAR] |
| Margem por MEI / mêsReceita menos custo de IA por usuário. Só fecha com o custo estimado e o preço aprovado. | a estimar[A VALIDAR] |
| Churn mensal% de MEIs que cancelam por mês. Entra direto no LTV. Sem base histórica ainda. | a medir[A VALIDAR] |
| LTV por MEIFórmula: margem por MEI × vida média (meses de retenção). Placeholder até medir churn. | margem × vida média[A VALIDAR] |
| CAC · custo de aquisiçãoFórmula: mídia + comissão de afiliado (10%) por MEI fechado. Estimável só com tráfego rodando. | a medir[A VALIDAR] |
| LTV / CACRazão-chave de saúde para investidor. Meta saudável ≥ 3. Depende de medir os dois lados. | ≥ 3 (meta)[A VALIDAR] |
Nota de integridade: preço, gateway e custo de IA por usuário ainda estão em aberto (escopo 10.3/10.4). Margem, LTV, CAC e a receita dos cenários derivam desses números e por isso vêm todos [A VALIDAR]. A tese é o potencial do mercado MEI (ticket baixo, volume alto), não uma projeção fechada. As decisões que destravam esses números estão no bloco final.
O que separa o AzulMEI de um app genérico de finanças não é uma feature isolada: é a combinação que resolve exatamente a dor fiscal do MEI, no canal que ele já usa, sem jargão.
Nenhum concorrente tem. O PingJá é PF, o finpj é ERP. O semáforo do teto do MEI, com faixa e projeção, é do AzulMEI.
A IA separa dinheiro da empresa do pessoal em cada lançamento. É isso que blinda o cálculo do teto e evita alarme falso de desenquadramento.
Não é relatório do passado: projeta o mês de estouro no ritmo atual e avisa com antecedência, pelo WhatsApp, ao cruzar cada faixa.
Dúvida de MEI e IRPF no mesmo WhatsApp onde registra. Responde em linguagem simples, com guard-rails, e escala pro escritório quando o caso exige.
Nada de DRE, plano de contas ou competência na tela. Um painel que se entende em 5 segundos, feito pra quem odeia burocracia.
Mesma convenção PJ/PF do finpj. Quando o MEI cresce e sai do regime, o histórico migra direto pro finpj, sem remodelagem.
O princípio-guia é um só: um MEI que odeia burocracia usa isso sem pensar. Se não passar nesse teste, simplifica ou corta.
A disciplina de escopo é requisito de produto, não corte de custo. O que é peso morto pro MEI é escopo do produto irmão finpj. Manter a fronteira nítida é o que sustenta a simplicidade.
Cada onda destrava a próxima e entrega algo funcional. O núcleo é o semáforo do teto PJ (Ondas 0 a 5). Antes de vender a terceiro, a v1 é validada com clientes reais do escritório do Joel. Módulo PF (Onda 7) é incremento posterior, opcional.
Modelo de dados completo, isolamento entre tenants e entre contextos PJ/PF, autenticação por credencial amarrada ao tenant, máquina de estados do lançamento e dashboard mínimo só pra provar o isolamento ponta a ponta. Sem IA e sem WhatsApp ao vivo ainda.
Entrada por texto e áudio conectada ao canal Evolution, extração por IA (incluindo classificação PJ/PF) gravando lançamentos reais, confirmação no WhatsApp.
Acumulado PJ do ano (regime de caixa), faixas do semáforo, projeção de estouro e card do teto completo no dashboard.
Alerta imediato ao cruzar cada faixa e resumo semanal fixo a cada 7 dias, pelo WhatsApp, mesmo sem o MEI fazer nada.
Assistente MEI/IRPF no WhatsApp com guard-rails (separar cálculo de orientação, não inventar) e escalonamento para o escritório humano.
OCR de comprovante por foto, export PDF/Excel separando PJ/PF (apoio à DASN-SIMEI), edição no dashboard, recorrência de fixos e projeção refinada com sazonalidade.
A v1 é validada com clientes próprios do escritório do Joel (Eliana, MEI pagante; Yan, MEI não-pagante) para confirmar que o registro por WhatsApp flui, que PJ/PF separa na prática e que o semáforo calcula certo com dado real.
Migração para API oficial da Meta (anti-banimento), modelo de preço a partir do custo, integração e-CAC via procuração, calendário fiscal completo, visão multi-MEI para o escritório e a camada white-label completa (branding por tenant/revenda).
Camada opcional e opt-in (LGPD), depois do núcleo. Medidor A (renda tributável PF x isenção do IR, com o elo da parcela isenta do lucro do MEI) e, com consentimento, Medidor B (movimentação x e-Financeira, sempre coerência/relatório, nunca bloqueio). Os dois jamais somados ao teto PJ.
O produto está fechado no escopo e no fiscal (validado pelo Josué). O que resta são decisões de negócio e técnica, listadas aqui com o responsável. Cada item é um [A VALIDAR] genuíno do doc (seção 10.4).
MEI direto R$29,90/mês; licença escritório R$199/mês até 20 MEIs + R$8/adicional; revenda parceiro R$19/MEI ativo + split. Propostas de partida, não fechadas. Aprovar ou ajustar.
responsável: OK do JoelAsaas proposto (PIX + boleto + cartão recorrente + split de comissão, útil pra revenda); Mercado Pago como alternativa. Confirmar o fornecedor.
responsável: OK do JoelNúcleo em Python (motor fiscal + WhatsApp/IA, stack da casa); dashboard eventual em Node/TS pra alinhar com o finpj. Decisão técnica final, a alinhar com o finpj antes da Onda 0.
responsável: decisão do SalatielNome final + @Instagram (“MEI no Azul” recomendado; domínio de trabalho meinoazul.agencianobolso.com.br); fluxo de onboarding (auto-serviço x escritório ativa); clientes-piloto (Eliana pagante + Yan não-pagante).
responsável: destrava no pilotoEsta é a visão do AzulMEI como produto: registrar sem esforço pelo WhatsApp, separar empresa do pessoal, avisar antes do teto estourar, e vender por assinatura em três modos. O que falta para comercializar são as decisões de sócios listadas acima.